Como meditar?
Muito bom dia!
A questão de hoje envolve desdobramento consciente. Quando, em dupla vista, o Espírito em carne, desloca-se algumas polegadas do vasilhame físico, permitindo um vislumbre extra corpóreo.
Bom, nesse estado de "autismo" consciente e guiado, o Espírita entra em transe, vendo e ouvindo em contato direto com o mundo espiritual. Qual seria, neste caso, o melhor momento para a prática deste desdobramento consciente? Diríamos: a discussão, a briga, a argumentação inútil, momentos em que alguém despeja-nos todo o seu lixo emocional.
Encontramos Deus na serenidade. Durante um debate improfícuo, a nossa "cara de paisagem" indica seguro controle das emoções que perturbam os circundantes. Mantendo-nos firmes durante a tempestade psíquica e nervosa, em meditação e desdobramento, nos perdemos no amor.
Adentramos nos territórios desconhecidos desse amor, onde tudo permite dar, tudo tolera e nos mantém calmos como espelhos d'água. A escuta paciente de um irmão perturbado; a tolerância caridosa de uma agressão verbal; a não reação aos descontroles alheios, deslocando nossa mente algumas polegadas do nosso vaso físico, temos aí um desprendimento temporário, encontrando Deus e nos entregando confusos ao amor de Jesus.
A luz dentro de cada um de nós brilhará mais que o sol, refulgirá e esclarecerá muitas vidas, é preciso porém deixar que ela brilhe através do auto-controle, da meditação e da serenidade.
Krishna habita em ti, hare ham.
Com carinho, Bramah Gurudev.
A questão de hoje envolve desdobramento consciente. Quando, em dupla vista, o Espírito em carne, desloca-se algumas polegadas do vasilhame físico, permitindo um vislumbre extra corpóreo.
Bom, nesse estado de "autismo" consciente e guiado, o Espírita entra em transe, vendo e ouvindo em contato direto com o mundo espiritual. Qual seria, neste caso, o melhor momento para a prática deste desdobramento consciente? Diríamos: a discussão, a briga, a argumentação inútil, momentos em que alguém despeja-nos todo o seu lixo emocional.
Encontramos Deus na serenidade. Durante um debate improfícuo, a nossa "cara de paisagem" indica seguro controle das emoções que perturbam os circundantes. Mantendo-nos firmes durante a tempestade psíquica e nervosa, em meditação e desdobramento, nos perdemos no amor.
Adentramos nos territórios desconhecidos desse amor, onde tudo permite dar, tudo tolera e nos mantém calmos como espelhos d'água. A escuta paciente de um irmão perturbado; a tolerância caridosa de uma agressão verbal; a não reação aos descontroles alheios, deslocando nossa mente algumas polegadas do nosso vaso físico, temos aí um desprendimento temporário, encontrando Deus e nos entregando confusos ao amor de Jesus.
A luz dentro de cada um de nós brilhará mais que o sol, refulgirá e esclarecerá muitas vidas, é preciso porém deixar que ela brilhe através do auto-controle, da meditação e da serenidade.
Krishna habita em ti, hare ham.
Com carinho, Bramah Gurudev.
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