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O lado sombrio e afinidade

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Médiuns,  Se duas forças habitam o interior humano, uma delas não é necessariamente boa. Na verdade existem vários níveis de comprometimento entre bem e mal, fazer-se crer e esperar aprovação alheia, universos infernais que entorpecem as consciências singulares. Demorei muito a entender como espíritos maléficos atuam nas nossas consciências: por afinidade. Estou passando por um momento delicado. Meu filho hospitalizado a uma semana com bronquiolite. E não arredo e pé do hospital. A Santa Casa me faz chorar. Pensei que nas minhas investigações paranormais encontraria muitos espíritos desencarnados, sofredores e endurecidos. Ledo engano. Erro crasso. O que encontrei, peranbulando pelos corredores nas madrugadas, foram grupos de poucas pessoas em pares ou mais, vestidas de branco e outras de palhaço. Muitas estavam vestidas de palhaço com roupas muito coloridas. Deram um origami pra Sida e um bonequinho de pano pro Augusto.  Eu chorei muito. Dra...

O Fantasma do Sr. Leomar

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Médiuns queridos! Ontem, ao trabalhar em um cemitério do interior, um fenômeno interessante aconteceu. Na parede, onde várias gavetas perpétuas ladeavam formando uma mureta, haviam dois túmulos. Um primeiro, mais humilde, com o recém falecido Sr. Leomar sepultado em 23 de Março. Uma segunda gaveta tumular, ao lado do Sr. Leomar chama bastante atenção pela opulência da lápide. Nela está sepultada o Sr. Crespo, falecido em 21 de Março de 1915 (mesma data de morte de seu visinho pobre). Ao observar que a coroa de flores do Sr. Crespo encontrava-se caída, nos aproximamos oferecendo um amoroso "bom dia", mensionando ao espírito que iríamos reerguer a humilde coroa de flores dele. Sentimos a gratidão, isso é fato. Acontece que através do toque na coroa de flores, surgiu imediatamente na tela mental, uma breve história sobre reencarnação. Tanto o Sr. Antônio Cresto (rico), quanto o Sr. Leomar (pobre) faleceram no mesmo dia, das mesmas circunstâncias.  A opulênc...

Um grande erro

A narrativa não passa de uma breve sensação. É muito sutil. É tão sutil e delicado que quase não percebemos o carma e a interdependência de todas as coisas. De um bebê que nasce aleijado na miséria ao bebê saudável e forte que nasce em berço de ouro, que é que planejou a justiça dos nascimentos? Plantamos, e plantamos muito... com palavras, gestos, olhares e movimentos. Estamos constantemente plantando o nosso futuro. Futuro que não acaba com a morte, mas que é eterno e se prolonga a cada reencarnação até a ascensão. Então, quem somos nós? Matéria orgânica ambulante, boiando em cosmos de luz e graça. Em qual ponto compreendemos nossos erros cotidianos? A suave violência na nossa voz, o comentário maldoso, a intensão daninha? Somos realmente conscientes do mal que praticamos diariamente? Não. Igual a androides simiescos andamos nus pelo reduto divido da prisão terrestre. Sim, uma árvore é mais sábia que qualquer um de nós. Se prestarmos muita atenção no silêncio da nossa...

Nós não somos tão importantes assim

Certa vez um sábio me disse: - Você não é tão importante assim! Não é tão importante quanto pensa. É um pequeno micróbio a se arrastar na superfície de um planetinha no canto de uma pequenina galáxia, no cantinho de um pequeno universo entre tantos bilhões de multiversos. Bom, isso realmente me apresentou a insignificância do ser humano. No entanto, cada molécula, cada quark infinitesimal do nosso corpo é composto de luz. Clarão divino que vibra numa determinada frequência para atingir uma sintonia desejada, consciente ou inconscientemente. Essa luz que faz parte do todo, identificou jesus em cada ser vivo "Vós dois luzes", e assim lembrou a cada um de nós que somos compostos da mesma matéria que é composta as estrelas, tal como o sol por exemplo. Acontece que no universo também existem sombras. Imensos buracos negros que sugam toda a energia luminosa, sem nada retribuir em troca. Você que lê a este post, já se sentiu perto de uma pessoa "buraco negro", cap...

Eu vi um demônio e a essência dele era preocupação

Olá meus amados leitores! Voltei! Então, gostaria de compartilhar com vocês uma das experiências mais estranhas que tive. O marido de uma amiga faleceu de câncer muito recentemente. Ela me pediu para encontrá-lo e conversar com ele. Perguntar coisas simples, tipo por que desencarnou tão cedo, se sente saudades, se está bem, etc. Aconteceu o seguinte... Numa noute apropriada eu fiz o processo para embarcar no desdobramento e ter um sonho lúcido e consciente para poder conversar com esse companheiro. Bebi bastante e escutei música melosa, normalmente é essa combinação que o meu emocional fragilizado desdobra facilmente. Pois bem, adormeci. Me vi numa rua urbana e deserta, tipo rua de bairro num domingo pela manhã... Muito sol, mas ninguém na rua... casas trancadas. Eu segui caminhando pelo meio da rua. Ao longe, no final da rua, um carro preto começa a vir em minha direção. Eu estava a pé, na contra-mão do carro preto. O veículo se aproximou e parou do meu lado. A janela de...