Os sonhos e as vibrações

Guardamos, dentro do nosso mundo íntimo, as impressões mentais que criamos. Somos co-criadores da nossa realidade. Nós e Deus criamos um caminho bem marcado de ações e atitudes pautadas no nosso sistema de crenças e conceitos.

O conjunto de conhecimentos e crenças, nada mais são do que o resultado das experiências, dolorosas ou prazerozas do indivíduo. O homem natural, então, flutua entre essas suas sensações primárias: dor e prazer. Ele vibra constantemente e intermitentemente nessas vibrações.

O sonho, e que a alma humana se emancipa no espaço, desbrendendo o Espírito imortal em uma desdobra temporária ao corpo físico, levo o indíviduo ou a sua individualidade psiquica a gravitar para a sua própria realidade astral.

Se é um Espírito sensual e sexualidade, terá sonhos eróticos.

Se é um Espírito violento e agressivo, terá sonhos com armas e mortes.

Se é um Espírito medroso e covarde, terá sonhos defensivos e vingativos.

Se é um Espírito humilde e caridoso, terá sonhos auxiliando os demais.

A lógica é simples. Acontece que, pela bondade de Deus, algumas almas necessitadas recebem a misericórdia de sonhar com pedacinhos do céu, mesmo sendo almas profundamente perturbadas.

A lógica é básica. Num corpo sofrido, numa alma quebrantada, sonhos consoladores são comuns, em especial envolvendo parentes desencarnados. Recebem a graça da visita memorável.

A lógica é honesta. Deus é imaterial, irrestrito e onipresente. Inteligência suprema, causa primária que favorece o rebaixado e rebaixa o soberba. E, isso, é uma Lei.

Durante o sonho do corpo, os Espíritos gravitarão, muito naturalmente, para o que realmente são. Com exceção das variações entre dor e prazer, invariavelmente o Espírito sonhará com o que é e com certeza aonde estará após a morte do corpor físico.

Era isso que tinhamos para comunicar, obrigado.
Plísius, servidor do Bem

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